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Brasília

A CASA CAIU ! MPDFT faz busca e apreensão na casa de ex-governador Agnelo Queiroz.

RDP

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O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios  (MPDFT) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (23/7), uma operação para apurar fraude na compra de leitos hospitalares. O ex-governador Agnelo Queiroz  (PT) e o ex-secretário de Saúde Rafael Barbosa estão entre os alvos. As supostas propinas teriam ocorrido em 2014, ainda no governo do petista.

Segundo apurado pelos promotores, para que esse negócio fosse adiante, o dono da empresa Hospimetal pagou R$ 462 mil a agentes que atuariam em nome de ex-ocupantes de cargos do alto escalão do Governo do Distrito Federal O valor equivale a 10% do montante total do contrato.

A vantagem indevida teria sido paga por meio de um contrato fictício de publicidade e marketing firmado entre a empresa que pretendia vender seus produtos à Secretaria de Saúde do DF e o IBESP

A ação, batizada de Operação Alto Escalão, é coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de combate ao Crime Organizado (Gaeco). São cumpridos 13 mandados de busca e apreensão. Uma mala dinheiro supostamente fruto de propina foi apreendida na casa de Adriana Aparecida Zanini, vice-presidente do Instituto BRASILIA para o bem-estar do Servidor Público (IBESP), também alvo da operação. O presidente da empresa, Luiz Carlos do Carmo, também é investigado.

Em razão desse pagamento, a empresa foi contratada pela Secretaria de Saúde no ano de 2014. O esquema ilícito já havia sido desmantelado pelo GAECO, que ofereceu denúncia contra servidores públicos e o proprietário da referida empresa.

Os novos fatos foram revelados em colaboração premiada e após a realização de investigações e diligências independentes, além de provas obtidas do processo original. A Operação conta com o apoio da Polícia Civil do DF.

A operação desta quinta-feira (23/07) é desdobramento de outra investigação do MPDFT, denominada de Operação Checkout. A primeira fase da operação foi deflagrada em junho de 2018, cumpriu 16 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, no Rio de Janeiro e em São Paulo.

À época, o Ministério Público investigou servidores da SES-DF e funcionários de empresas privadas envolvidos na possível fraude à licitação e corrupção na compra de macas, leitos de hospitais e outros tipos de mobiliários para unidades da rede pública.

A segunda fase, deflagrada em fevereiro de 2019, cumpriu diligências no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), no Guará e na cidade de São Caetano do Sul (SP), numa empresa de turismo.

fonte:Metrópoles

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