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Brasília

Secretaria de Saúde aumenta capacidade de execução de cirurgias eletivas no DF

Fernando Souza

Publicado

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A estratégia de retomada de cirurgias eletivas em massa na rede de saúde já começa a surtir efeitos que podem ser traduzidos em números. Levantamento preliminar da Secretaria de Saúde aponta que a pasta fechou o mês de agosto com acréscimo de 291 cirurgias eletivas executadas na rede de saúde, na comparação com o mês de julho deste ano.
Após enfrentar o período mais crítico da pandemia do novo coronavírus e alcançar as primeiras posições no ranking nacional de vacinação contra a covid-19, o Distrito Federal tem à sua frente o desafio de eliminar a demanda reprimida por procedimentos cirúrgicos na rede de saúde, especialmente os eletivos, que ficaram suspensos por quase um ano.

No mês de julho, foram realizadas 1.500 cirurgias nas unidades de saúde do DF. Já no mês de agosto, sob a política de atender a demanda cirúrgica acumulada, a Secretaria de Saúde executou 1.791 procedimentos.

“NÃO É SÓ PENSAR EM CIRURGIAS ELETIVAS, MAS ESSA É UMA ÁREA NA QUAL TEMOS QUE AVANÇAR. QUEREMOS AUMENTAR A CAPACIDADE CIRÚRGICA DOS NOSSOS HOSPITAIS”GENERAL PAFIADACHE, SECRETÁRIO DE SAÚDE

Em entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira (9), o secretário de Saúde, general Pafiadache, anunciou os números e mostrou otimismo com o início do trabalho nesta área. “Teremos que fortalecer os hospitais. Não é só pensar em cirurgias eletivas, mas essa é uma área na qual temos que avançar. Queremos aumentar a capacidade cirúrgica dos nossos hospitais”, afirma o secretário.
A força-tarefa para aumentar a produção cirúrgica da rede teve início no mês passado e começou pelo Hospital Regional de Taguatinga (HRT), beneficiando quem aguarda há mais tempo por uma cirurgia no Sistema Único de Saúde do Distrito Federal.
Para a secretária-adjunta de Assistência, Raquel Beviláqua, a gestão da pandemia deve acompanhar as outras demandas com que a rede de saúde tem de lidar neste momento. “Estamos visitando os hospitais da rede. Com um olhar para os centros cirúrgicos e leitos e também para a especificidade do atendimento de cada hospital”, afirma.

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