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Brasília

Vamos derrubar tudo que tiver irregular disse Ibaneis

Fernando Souza

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Desde a formação até a consolidação como capital do país, o Distrito Federal sofre com problemas relacionados à grilagem e ao loteamento irregular. Apesar das iniciativas para coibir o problema, ele persiste e provoca danos, principalmente em regiões de conservação ambiental. Nessa quarta-feira (13/10), a Polícia Civil deu início a investigação para apurar supostas derrubadas na Área de Relevante Interesse Ecológico (Arie) Granja do Ipê, no Riacho Fundo 2, perto da nascente do Córrego Capão Preto.

Até o início deste mês, a Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística do Distrito Federal (DF Legal) promoveu 466 operações de vistoria e desocupação de lotes irregulares. A maioria daquelas de fiscalização ocorreu em Brasília (47), seguida por Vicente Pires (45) e pelo Riacho Fundo 2 (35). Em relação à desobstrução, as regiões com mais áreas esvaziadas — em metros quadrados — são: Vicente Pires, Lago Norte e Gama.
O monitoramento das áreas verdes fica a cargo do Instituto Brasília Ambiental (Ibram), que, de janeiro até segunda-feira (11/10), promoveu 587 operações relacionadas à ocupação e ao uso do solo, bem como de recursos da flora do DF. Ao Correio, o governador Ibaneis Rocha (MDB) destacou que, no sábado (9/10), lançou um projeto voltado ao combate à grilagem. O programa Regulariza-DF prevê a legalização de 150 mil terrenos e a entrega de 25 mil unidades habitacionais até o fim de 2022.

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