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Goiás

Goiânia ganha primeira igreja com espaço para autistas e cafeteria descolada

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Novo endereço da igreja evangélica Casa terá usina solar, brinquedoteca e total acessibilidade

RDP

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A igreja diferentona com estilo de balada, que chamou a atenção de muita gente na Avenida 85, está de mudança para um novo endereço em Goiânia. Inaugurada há 4 anos, a Igreja Casa ganhará uma nova sede ainda maior e que promete chamar a atenção novamente dos goianienses. O novo prédio vem com uma série de inovações, como o espaço reservado para autistas e portadores de transtornos similares, que contarão também com cuidados de monitores especializados.

A área kids da igreja, com brinquedoteca e um parquinho externo, poderá acolher cerca de 350 crianças simultaneamente. O palco principal terá 12 metros de largura por 8 metros de profundidade e contará com equipamento de som no mesmo padrão de grandes espetáculos musicais, além de um projeto acústico completo, que garante qualidade cristalina do som e impede que ele gere transtornos para a vizinhança.

“Nossa atual sede já se tornou uma referência na cidade pela ambientação e conforto que conseguimos proporcionar aos nossos fiéis, o que acaba se convertendo numa energia muito grande emanada pelo público durante a pregação da Palavra de Deus. Mas, com a nova sede, vamos ter a oportunidade de fazer todas as melhorias que entendemos ser necessárias para oferecer um espaço mais completo para nossos fiéis”, afirma o pastor Davi Passamani. Os cultos da Casa são conhecidos pela animação e interação proporcionados pelos pastores e pelas apresentações musicais; a igreja lançou e consagrou a banda Casa Worship, fenômeno nacional com mais de 620 milhões de visualizações no YouTube.

Fachada em perspectiva da nova sede da igreja que deve inaugurar ainda este mês.

Inclusão

O espaço reservado para autistas e portadores de transtornos similares está sendo projetado por profissionais especializados no tratamento do transtorno e tem como proposta promover a inclusão do autista sem que o ambiente lhe gere uma carga elevada de estresse. “Percebemos que muitas mães que têm filhos com algum tipo de transtorno desta natureza muitas vezes deixam de ir aos cultos porque não têm com quem deixar a criança ou jovem, pois geralmente o autista não se sente bem em ambientes com som alto e muitas pessoas em volta”, relata a pastora Giovanna Lovaglio.

A pastora acrescenta que para a maioria desses pais e mães a única opção é se abster de frequentar cultos religiosos. “Então resolvemos criar um espaço para que os pais possam deixar seus filhos, com cuidadores especializados, enquanto participam dos cultos, além de atender nosso princípio de inclusão para receber toda a comunidade, sem excluir ninguém”, conclui a pastora.

As calçadas e toda estrutura física do prédio também são voltadas para atender os conceitos de acessibilidade, permitindo livre trânsito de cadeirantes e O prédio contará ainda com espaço de convivência com um café, que vai funcionar também fora dos horários de culto.



Fotos: divulgação.

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